Simuação de Julgamento: Atropelamento

Teoria | Programação de Aula


Para um certo grupo de alunos o motorista é sempre culpado e para outro, o pedestre é que é... Ambos os preconceitos são formados por histórias próprias ou apenas conhecidas de atropelamentos, que infelizmente não são raros. Mas geralmente se fala apenas das altas velocidades dos veículos e outras infrações comuns - pouco se fala das altas ACELERAÇÕES. Será que o motorista pode se tornar culpado se abusar disso?

Com 4 promotores e 4 advogados de defesa, o restante da classe se tornou o jurado. O objetivo daqueles era mandar o motorista para trás das grades, enquanto deste era libertá-lo. Em princípio o julgamento parecia frio, mas bastaram algumas provocações que discursos ousados e vibrantes começaram a surgir... O julgamento se dividiu em 8 momentos:

Após toda a "briga", o jurado pôde tomar sua decisão, inclusive com manisfetações individuais de argumentos para um ou outro lado. O juiz desempenhou um papel importante concedendo ou não os protestos de ambas as partes.

A seguir você confere as fotos de alguns momentos em Campinas e Hortolândia. A mesma atividade também foi realizada em Paulínia, mas não pudemos disponibilizar as fotos.


Em Campinas...
Da esq. p/ dir.: o determinado juiz Bruno, o nervoso promotor Rafael P. e a desesperada promotora Viviane (com as mãos na cabeça). Aqui a acusação não conseguiu usar os dados cinemáticos (ver Teoria) contra o motorista, embora discursassem sempre com muita energia.
Aqui a advogada Lisye calmamente faz a sua parte... Os advogados aproveitaram a onda "pró-motorista" naturalmente existente na turma, e apenas "coçaram onde o povo estava sentindo coceira", ou seja: disseram o que a turma queria ouvir e ganharam a causa. Muito espertos, aproveitaram-se também das lacunas deixadas pela acusação.


Em Hortolândia...
Assentado, o juiz Charles que acabou por ser substituído pelo professor, por força de reclamações da turma (ele estava meio devagar, digamos...). Em pé, ainda se aquecendo, o advogado de defesa, Thiago; depois acabou se aquecendo demais. No entanto, não souberam aproveitar os erros e lacunas da acusação muito bem e pouco responderam os protestos. O promotor Rogério argumenta para a turma. À esq., os promotores desconsolados (Thiago, Bruno, Graziele e Dayne) atentam a cada palavra para poder protestar; à dir., os advogados Reginaldo e Laís R. aguardam a vitória que não foi difícil. Embasaram-se muito bem na lei de Trânsito, citando inclusive artigos e estatísticas.


Teoria | Programação de Aula




Principal | Atividades | Fórum | Aos Alunos
Interagindo | Aspectos  Filosóficos | Noticias
E-mail:  flavioscunha@hotmail.com